A composição não é aleatória, mas digamos que a execução tem o seu quê de "aberto".
"What if I wrote a piece where you could decide where you wanted to go on the page?" Desta pergunta que Stockhausen dirigiu a David Tudor surgiu a "Klavierstück XI", uma grande página com 19 fragmentos, dos quais o intérprete pode escolher qualquer um para começar, seguindo para qualquer outro. A execução termina quando o intérprete tocar qualquer fragmento pela terceira vez. Apenas uma curiosidade que faz toda a diferença: no final de cada fragmento existem indicações de dinâmica e tempo aplicáveis ao fragmento que será tocado de seguida.
Se a tua ideia era qualquer coisa "ao calhas", podes desenganar-te, que não é nada disso.
O que acontece na prática é que os intérpretes acabam por pré-definir o percurso que vão seguir durante a execução em público, em vez de decidir no preciso momento em que estão a tocar.
Obviamente que isto tem muito trabalho por tras, mas a peça parece nao ter grande sentido. Depois da explicaçao da professora, tenho de dizer que achei a ideia engraçada, mas nao deixa de parecer um pouco aleatoria a forma como e tocada :p Ha muitas peças assim?
Nao sei porque esta musica parece.m ser mesmo random :o
ResponderEliminarA composição não é aleatória, mas digamos que a execução tem o seu quê de "aberto".
ResponderEliminar"What if I wrote a piece where you could decide where you wanted to go on the page?"
Desta pergunta que Stockhausen dirigiu a David Tudor surgiu a "Klavierstück XI", uma grande página com 19 fragmentos, dos quais o intérprete pode escolher qualquer um para começar, seguindo para qualquer outro.
A execução termina quando o intérprete tocar qualquer fragmento pela terceira vez.
Apenas uma curiosidade que faz toda a diferença: no final de cada fragmento existem indicações de dinâmica e tempo aplicáveis ao fragmento que será tocado de seguida.
Se a tua ideia era qualquer coisa "ao calhas", podes desenganar-te, que não é nada disso.
O que acontece na prática é que os intérpretes acabam por pré-definir o percurso que vão seguir durante a execução em público, em vez de decidir no preciso momento em que estão a tocar.
Obviamente que isto tem muito trabalho por tras, mas a peça parece nao ter grande sentido. Depois da explicaçao da professora, tenho de dizer que achei a ideia engraçada, mas nao deixa de parecer um pouco aleatoria a forma como e tocada :p
ResponderEliminarHa muitas peças assim?