segunda-feira, 14 de março de 2011

quando ela era pequenina...

3 comentários:

  1. Nao sei porque esta musica parece.m ser mesmo random :o

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  2. A composição não é aleatória, mas digamos que a execução tem o seu quê de "aberto".

    "What if I wrote a piece where you could decide where you wanted to go on the page?"
    Desta pergunta que Stockhausen dirigiu a David Tudor surgiu a "Klavierstück XI", uma grande página com 19 fragmentos, dos quais o intérprete pode escolher qualquer um para começar, seguindo para qualquer outro.
    A execução termina quando o intérprete tocar qualquer fragmento pela terceira vez.
    Apenas uma curiosidade que faz toda a diferença: no final de cada fragmento existem indicações de dinâmica e tempo aplicáveis ao fragmento que será tocado de seguida.

    Se a tua ideia era qualquer coisa "ao calhas", podes desenganar-te, que não é nada disso.

    O que acontece na prática é que os intérpretes acabam por pré-definir o percurso que vão seguir durante a execução em público, em vez de decidir no preciso momento em que estão a tocar.

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  3. Obviamente que isto tem muito trabalho por tras, mas a peça parece nao ter grande sentido. Depois da explicaçao da professora, tenho de dizer que achei a ideia engraçada, mas nao deixa de parecer um pouco aleatoria a forma como e tocada :p
    Ha muitas peças assim?

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